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Guia para a implementação de estações de carregamento no local de trabalho: pontos-chave a considerar no local de trabalho e nas casas dos funcionários.
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Guia para a implementação de estações de carregamento no local de trabalho: pontos-chave a considerar no local de trabalho e nas casas dos funcionários.

2025-11-11

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(A Charge France indica que o país foi o mais dinâmico da Europa em 2024 em termos de infraestrutura de carregamento, com uma taxa de crescimento de 115%; Fonte da imagem: Okemppainen/Dreamstime)

Com a crescente eletrificação das frotas empresariais, as necessidades de carregamento já não se limitam aos estacionamentos das empresas. Como instalar estações de carregamento de forma eficiente e em conformidade com a legislação nos locais de trabalho? E como expandir esse sistema, de forma segura e simples, para as residências dos funcionários, gerenciando os aspectos legais e operacionais? Essas questões são agora fundamentais para qualquer estratégia abrangente de transição energética dentro de uma empresa.

Este artigo utiliza o quadro legal e as práticas concretas em França para analisar os pontos-chave relacionados com a instalação de infraestruturas de carregamento nestes dois ambientes, e propõe abordagens operacionais adequadas.

I. Instalação no estacionamento da empresa

(Imagem: INJET Swift 2.0 para carregamento profissional)

1. Estacionamento de propriedade da empresa

Se a empresa for proprietária de suas vagas de estacionamento, poderá lançar livremente um projeto para instalar estações de carregamento, a menos que essas vagas estejam localizadas em um condomínio.

Nesse caso, podem surgir duas situações:

a) Projeto de instalação coletiva: a associação de condôminos pode decidir sobre uma instalação comum, sujeita à aprovação da assembleia geral e financiada por todos os condôminos ou por um terceiro (de acordo com os artigos L.353-12 e L.353-13 do Código de Energia).

b) Ausência de projeto coletivo: a empresa poderá notificar o administrador do condomínio por escrito e proceder à instalação, por sua conta, em seu espaço privado, de acordo com o Artigo L.113-16 do Código de Construção e Habitação.

Cabe ressaltar que, se o projeto envolver um grande número de terminais ou uma modificação na rede elétrica do edifício, ele deverá ser aprovado por maioria absoluta da assembleia geral (artigo 25.j) da Lei nº 65-557, de 10 de julho de 1965.

2. Caso de uma empresa inquilina

Se a empresa for inquilina e desejar instalar uma estação de carregamento em um espaço alugado, deverá obter a autorização prévia do proprietário.

Quando o imóvel estiver sujeito ao regime de condomínio, a possibilidade de um inquilino profissional invocar o direito de despejo (artigo L.113-16 do CCH) dependerá do contrato de locação e da posição do proprietário.

3. O direito de decolagem para empresas

Na França, o direito de instalar um ponto de carregamento — inicialmente reservado a edifícios residenciais — está sendo gradualmente estendido a estabelecimentos comerciais e estacionamentos de empresas. Assim, mesmo uma empresa que não seja proprietária do imóvel pode solicitar a instalação de um ponto de carregamento em sua vaga de estacionamento designada.

De acordo com o artigo L.111-1 do Código Francês de Construção e Habitação, um "edifício" significa qualquer edifício destinado a abrigar atividades profissionais ou outras.

Assim, um inquilino de um edifício de condomínio pode invocar os artigos L.113-16 e seguintes do CCH para instalar um terminal em um espaço privado e seguro.

Este quadro legal implica:

a) que um inquilino ou usuário com um espaço fechado e reservado pode solicitar a instalação;

b) que os custos de instalação são geralmente suportados pelo inquilino;

c) que qualquer modificação da rede elétrica do edifício deve ser aprovada pela assembleia geral pela maioria prevista na lei de 10 de julho de 1965 (artigo 25.j).

Esse direito de iniciativa oferece flexibilidade real às empresas, mas permanece sujeito a obrigações de segurança e conformidade.

Recomendações:

a) Celebrar um acordo por escrito com o proprietário ou o administrador antes do início da obra, especificando as responsabilidades e a distribuição dos custos (referência: artigo 606 do Código Civil sobre grandes obras).

b) Incorporar ao contrato de arrendamento as cláusulas relativas à instalação e utilização de eletricidade, a fim de garantir a continuidade do direito de instalação e funcionamento.

II. Instalação de uma estação de carregamento nas casas dos funcionários

(Imagem: INJET Swift 2.0 para carregamento doméstico)

Com o uso crescente de veículos empresariais elétricos, cada vez mais empresas oferecem aos seus funcionários ou beneficiários de veículos da empresa uma solução de carregamento doméstico.

Este modelo melhora significativamente a conveniência e a eficiência do carregamento, mas levanta questões sobre a propriedade do equipamento, as autorizações legais e a gestão do hardware.

1. Propriedade terminal

Observam-se dois padrões principais:

a) Instalação gerenciada pela empresa: a empresa compra ou aluga o terminal e o instala diretamente na casa do funcionário.

b) Instalação iniciada pelo funcionário: o funcionário compra e instala o terminal por conta própria, com reembolso parcial ou total por parte da empresa.

A diferença essencial reside na propriedade do equipamento.

Se o terminal pertence à empresa, a saída de um funcionário acarreta restrições: remoção do equipamento, gestão das contas de utilizador, recuperação do cartão SIM e outros aspetos operacionais.

Para superar essas dificuldades, o mercado agora oferece soluções modulares, com terminais que apresentam unidades destacáveis ​​e cartões SIM externos, facilitando a transferência e a manutenção.

Para obter mais detalhes, consulte a apresentação do modelo.INJETAR Swift 2.0Carregador CA em série.

2. Autorizações e procedimentos legais

Independentemente do método escolhido, a instalação de uma estação de carregamento na casa de um funcionário em França requer autorização prévia:

a) No caso de uma casa isolada, o funcionário deve obter o consentimento por escrito do proprietário.

b) Em um condomínio sem infraestrutura de carregamento coletivo, o funcionário pode invocar seu direito a um ponto de carregamento.

Esse direito é definido pelos artigos L.113-16 e seguintes e R.113-6 do Código Francês de Construção e Habitação.

O pedido deve ser enviado por correio registado com aviso de receção ao proprietário ou ao administrador do edifício e deve incluir:

a) a localização planejada e a descrição técnica da obra;

b) o diagrama de ligação elétrica;

c) a duração estimada do projeto e os dados de contato do prestador de serviços.

O administrador do prédio tem três meses para apresentar objeção, mediante justificativa válida (segurança, obras coletivas planejadas, etc.). Caso não haja resposta dentro desse prazo, o funcionário poderá prosseguir com a obra.

Caso já exista um plano de instalação coletiva, o trabalho deve ser coordenado e objeto de um acordo formal.

III. Escolher o método de instalação e fornecimento correto

Modelo operacional de carregamento de veículos elétricos

(Fonte da imagem: Electric Era)

Uma vez tomada a decisão de equipar os locais de trabalho ou as casas dos funcionários, a questão passa a ser: com quem colaborar e como adquirir o equipamento?

Existem diversos modelos, cada um com suas próprias vantagens em termos de custo, serviço e escalabilidade.

1. Contrate um instalador certificado.

Instaladores qualificados oferecem um serviço completo: fornecimento, instalação e comissionamento.

Essa é uma opção adequada para projetos de médio porte.

Destaca-se pela sua simplicidade e rapidez, mas tem limitações:

a) Escolha limitada de equipamentos;

b) Nível variável de especialização;

c) Dependência do fabricante ou distribuidor para manutenção do software.

2. Procure um distribuidor de equipamentos elétricos.

Os distribuidores oferecem uma ampla variedade de marcas e condições vantajosas para compras em grande quantidade.

No entanto, eles não realizam a instalação: você deve chamar um eletricista qualificado.

Essa abordagem é adequada para empresas com uma equipe técnica interna ou para aquelas que desejam manter o controle sobre o projeto.

3. Cooperar com um operador de carregamento (CPO)

Os Operadores de Pontos de Recarga (CPOs) oferecem soluções completas: hardware, plataforma de gerenciamento e manutenção.

Este modelo reduz a carga de gestão interna e otimiza a gestão de energia.

É particularmente adequado para grandes empresas que desejam terceirizar o carregamento como parte de uma estratégia energética abrangente.

No entanto, esse modelo não é ideal para todos:

a) Empresas que buscam controle de custos e liberdade de escolha podem achar as ofertas de CPO mais caras e menos flexíveis.

b) Estruturas com equipes internas de TI podem duplicar certas funcionalidades já existentes.

4. Trabalhe diretamente com um fabricante de terminais.

A colaboração direta com o fabricante elimina intermediários, resulta em melhores preços e garante consistência ao longo de todo o ciclo de vida do produto. No entanto, nem todos os fabricantes possuem uma estrutura organizacional adequada às necessidades das frotas de empresas francesas.

A INJET, fabricante firmemente estabelecida no mercado europeu, distingue-se pela sua abordagem centrada nos negócios:

um.)Alinhamento estratégico:A INJET coloca a transição energética das frotas no centro da sua estratégia e mobiliza os seus recursos – design de produto, suporte técnico e serviço pós-venda – em torno desse objetivo.

b.)Rede de instaladores certificados:Uma rede nacional garante qualidade de execução consistente e custos controlados por meio de treinamento padronizado e protocolos de controle uniformes.

c.)Solução integrada de ponta a ponta:Do planejamento à manutenção, a INJET garante a consistência entre a infraestrutura de carregamento e o sistema de gestão de energia da empresa.

Em resumo, a INJET está empenhada em apoiar as empresas que enfrentam os desafios complexos da transição para a eletricidade, oferecendo soluções de carregamento concebidas em torno das reais necessidades dos profissionais.